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	<title>ViWeb</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Uso de listas DL</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/05/uso-de-listas-dl/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[xhtml]]></category>

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		<description><![CDATA[Este estilo de lista facilita no desenvilvimento quando se tem conteúdo no formato de caixa com uma descrição, porém, não é só porque você conheceu hoje este tipo de lista que ira usar em todo o projeto, semântica e bom senso devem ser indispensáveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há vários tipos de listas em HTML, sendo estas as mais usadas e  corretamente apresentadas pelos browser as listas não-numeradas e as numeradas. Mas há um tipo de lista, pouco conhecida pelos desenvolvedores que é a <strong>lista de definição</strong>.</p>
<p>Com ela se pode separa um tipo de conteúdo com título de descrição como no exemplo abaixo:</p>
<p><code>&lt;<strong>DL</strong>&gt;<br />
&lt;<strong>DT</strong>&gt;termo a ser definido<br />
&lt;<strong>DD</strong>&gt;definição<br />
&lt;<strong>DT</strong>&gt;termo a ser definido<br />
&lt;<strong>DD</strong>&gt;definição<br />
&lt;/<strong>DL</strong>&gt;</code></p>
<p>Este estilo de lista facilita no desenvilvimento quando se tem conteúdo no formato de caixa com uma descrição, porém, não é só porque você conheceu hoje este tipo de lista que ira usar em todo o projeto, semântica e bom senso devem ser indispensáveis.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fita Crepe Filmes</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/05/fita-crepe-filmes/</link>
		<comments>http://www.viweb.com.br/blog/2010/05/fita-crepe-filmes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 21:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Portfolio]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>
		<category><![CDATA[cms]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Fita Crepe Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Layout, xHTML, jQuery e CMS (WordPress)
www.fitacrepefilmes.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.fitacrepefilmes.com.br" target="_blank">www.fitacrepefilmes.com.br</a></h2>
<h2>Descrição</h2>
<p>Desenvolvimento de um blog oude há interação com uma ferramenta de e-mail, desenvolvida pela <a href="http://www.platto.com.br" target="_blank">Plattô Internet</a> onde o cliente pode disparar uma newslleter com os publicados e manipular a lista de cadastros, tudo isto dentro do WordPress.</p>
<h2>Job</h2>
<p>Layout, xHTML, jQuery e CMS (WordPress)</p>
<p><strong>Plattô</strong></p>
<h2>Co-Workers</h2>
<p><strong></strong><strong>Programação PHP e API</strong>:<strong> Rodrigo Reis<br />
</strong></p>
<p><em>Outubro/2009</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reset CSS</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/05/reset-css/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 20:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[reset]]></category>

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		<description><![CDATA[A principal função do reset.css é deixar todas as propriedades do HTML iguais, margin, pading, height, etc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando iniciei desenvolvendo xHTML e CSS, não tinha muito conhecimento e me batia bastante com coisas que ficam no lugar certo no Internet Explorer e não ficavam no Firefox. Para amenizar isto, as diferenças entre os navegadores, uso um arquivo que é meu carro chefe no desenvolvimento chamado reset.css.</p>
<p>É um arquivo ao qual eu chamo quando inicio meu desenvolvimento. Chamo ele em uma folha de estilos master. Fica mais fácil para dar manutenção e o uso de Hacks é mínimo. Para dizer a verdade faz muito tempo que eu não uso Hacks para desenvolver um site. A principal função do reset.css é deixar todas as propriedades do HTML iguais, margin, pading, height, etc.</p>
<p><a href="http://www.viweb.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/reset.css">Clique aqui para baixar o arquivo que eu uso</a></p>
<p>Não sou apenas eu que uso resets, tem muitos outros desenvolvedores que usam e tem vários exemplos. Abaixo vai uma lista de alguns:</p>
<ul>
<li>http://www.ateneupopular.com/tutoriales/maestro-css-destripando-estilos-cap-1-resetea-tu-css/</li>
<li>http://www.siolon.com/blog/browser-reset-css/</li>
<li>http://developer.yahoo.com/yui/reset/</li>
<li>http://meyerweb.com/eric/thoughts/2007/05/01/reset-reloaded/</li>
<li>http://www.tantek.com/log/2004/undohtml.css</li>
<li>http://rudeworks.com/blog/css-inicial-2/</li>
<li>http://www.anieto2k.com/2007/08/07/reseteando-estilos-css/</li>
<li>http://www.csslab.cl/2007/10/18/css-reseter/</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A importância crucial dos padrões Web do W3C</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/05/a-importancia-crucial-dos-padroes-web-do-w3c/</link>
		<comments>http://www.viweb.com.br/blog/2010/05/a-importancia-crucial-dos-padroes-web-do-w3c/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 20:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Padrões web sempre estão associados ao código da página web e às recomendações do W3C especificadas para ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente ouve-se falar muito em padrões web e acessibilidade entre  os desenvolvedores de sites.</p>
<p>Entretanto, o entendimento que cada um traz desses conceitos é  diverso e muitas vezes indefinido.</p>
<p>Os Padrões web sempre estão associados ao código da página web e às  recomendações do <strong>W3C </strong>especificadas  para ele.</p>
<p>Para podermos desenvolver um site genuinamente de boa qualidade e  preparado para receber o extra de acessibilidade, os padrões  desenvolvidos em seu código devem abranger os seguintes itens:</p>
<ol>
<li><strong>Código html/xhtml e  CSS válidos</strong></li>
<li><strong>Separação em camadas:  conteúdo, apresentação e comportamento</strong></li>
<li><strong>Código (X)HTML  semântico</strong>.</li>
</ol>
<p>Para demonstrar a importância desses itens dos padrões web para a  acessibilidade de sites, temos de especificar para quem seja  acessibilidade web, conceito culturalmente só associado ao acesso de  pessoas com deficiência visual.</p>
<p>“Para quem serve a acessibilidade?”</p>
<div id="attachment_629">
<p><img title="W3C" src="http://cssti.files.wordpress.com/2009/06/26032008www.jpg?w=363&amp;h=362" alt="W3C" width="363" height="362" />W3C</p>
</div>
<p>É uma pergunta que nos leva a várias questões e que nos ajudará a  entender a relação entre web standards  e acessibilidade.</p>
<p>Podemos dividi-la em:</p>
<ol>
<li><strong>Acessibilidade web  para pessoas cegas;</strong></li>
<li><strong>Acessibilidade web  para pessoas com deficiência;</strong></li>
<li><strong>Acessibilidade web  universal, uma web para todos.</strong></li>
</ol>
<h2>01- Acessibilidade web para  pessoas cegas</h2>
<p>Com certeza o foco principal do desenvolvimento de sites acessíveis é  o acesso de pessoas com deficiência ao conteúdo de informação e  serviços prestados em um site.</p>
<p>Entretanto, criamos no Brasil uma cultura de que acessibilidade web  seria somente para pessoas com deficiência visual e, mais ainda,  especificamente para pessoas cegas.</p>
<p>Dessa forma, para alguns desenvolvedores, testar acessibilidade  de  um site significava quase que exclusivamente pedir a uma pessoa cega que  navegasse com seu software de fala pela página e desse o seu ok nela.</p>
<p>Este é, sem dúvida, um dos itens, entre inúmeros outros, da  metodologia proposta pelo <strong>W3C/WCAG</strong> para testarmos a  acessibilidade de uma página.</p>
<p>No entanto, este item, isoladamente, acaba por incorrer  em inúmeros  erros: nem todo o leitor de tela tem a mesma qualidade e funciona da  mesma forma, fazendo com que o teste  de uma pessoa cega não  especializada possa ser somente válido para o leitor de tela ou  tecnologia assistiva que essa pessoa utiliza.</p>
<p>Uma pessoa cega e usuária de leitores de tela não consegue, apenas  com uma navegação momentânea, perceber alguma falta de informação sem  comparar o que seu leitor de tela informou e o conteúdo presente na  tela.</p>
<p>Essa pessoa precisa ir ao código confirmar as informações ou ter uma  pessoa que enxergue para comparar sua navegação com a da pessoa cega.</p>
<p>A cultura de se fazer acessibilidade web para pessoas cegas acabou  por ser legalizada através do decreto 5296 e pela má interpretação das  pessoas responsáveis pelos portais  que se enquadravam nele.</p>
<p>O significado de deficiência visual não era pensado como abrangendo  as pessoas de baixa visão, restringindo essa deficiência à cegueira.</p>
<p>É importante destacar que a cegueira, segundo o censo 2000 do IBGE,  está presente em torno de 300 mil pessoas da população, enquanto que o  decreto, ao referir-se à deficiência visual, definida no início do  decreto como sendo a cegueira e mais a baixa visão, destinava a  acessibilidade a mais de 16 milhões de pessoas:</p>
<p><strong>Decreto Nº 5296 – Art.  47</strong>. “<em>No prazo de até doze meses a contar da data de  publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais  e sítios eletrônicos da administração pública  na rede mundial de  computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de  deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações  disponíveis</em>.”</p>
<p>No mesmo decreto, <strong>artigo  5º: </strong><em><strong>1.3</strong> deficiência visual: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou  menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa  visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho,  com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida  do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o; ou a  ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores;</em></p>
<p>Além disso, o <strong>WCAG </strong>não  define que seja uma pessoa com deficiência visual, muito menos cega,  a  realizar o teste.</p>
<p>Como sabemos, inúmeras outras deficiências precisam de acessibilidade  na web.</p>
<h2>02- Acessibilidade para  pessoas com deficiência</h2>
<p>Ao conhecermos as Diretrizes de Acessibilidade de Conteúdos Web em  suas duas versões, 1.0 e 2.0, percebemos a ênfase que os itens de  acessibilidade desses documentos dão aos acessos não padronizados de  pessoas que, em sua maioria, possuem deficiência, como a deficiência  visual, auditiva, cognitiva e motora.</p>
<p>Nota-se, de pronto, que as recomendações não se restringiram à  deficiência visual e nem mesmo a alguma tecnologia assistiva específica,  apesar de citá-las ao longo desses documentos.</p>
<p>Assim, por exemplo, ao destacarem os equivalentes textuais, o fizeram  não só como itens textuais alternativos para imagens (deficiência  visual), como também para sons (deficiência auditiva).</p>
<p>Esses itens combinados podem mesmo auxiliar, e muito, o acesso de  pessoas surdocegas, usuárias de display-braille.</p>
<p>Para as pessoas com deficiência intelectual que, ao perceberem uma  informação visual e auditiva simultânea, conseguem elaborar informações  com mais segurança, ainda disponibiliza itens como o da “linguagem clara  e simples” que, além de auxiliarem essas pessoas especificamente,  colaboram indistintamente com todas as pessoas  por deixar o conteúdo  mais inteligível.</p>
<p>Alguns itens de acessibilidade como os saltos ajudam o acesso de  pessoas com deficiência motora com pouca destreza manual que, apesar de  enxergarem, utilizam a navegação via teclado.</p>
<p>Não podemos deixar de mencionar, por sua importância e competência, a  <strong>Errata ao WCAG 1.0</strong>,  realizada por J<strong>oe Clark</strong>, uma das maiores autoridades  em acessibilidade web do mundo, a conhecida WCAG Samurai.</p>
<p>Atualmente, a existência de três <strong>WCAG</strong>, a dos <strong>W3C </strong>(versões 1.0 e 2.0) e a WCAG Samurai, criaram uma certa  insegurança nos desenvolvedores de sites acessíveis, pois a <strong>WCAG </strong>2.0 ainda não está muito bem aceita e a <strong>WCAG</strong> Samurai, apesar de possuir ótimas soluções de acessibilidade web e ter  como base a <strong>WCAG </strong>1.0, bastante aceita e da qual é uma  errata, não são recomendações  do <strong>W3C </strong>e, portanto, não  tem o reconhecimento internacional que o <strong>W3C</strong> possui.</p>
<p>Essa “crise por excesso” de diretrizes tem criado uma outra mais  perigosa, que é a da mistura individual  de soluções de acessibilidade  web dos três <strong>WCAG</strong>,  que cada desenvolvedor de conteúdos  acaba criando.</p>
<p>A  Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência  da ONU, assinada  pelo Brasil e ratificada como emenda  constitucional brasileira através  do decreto legislativo Nº 186, autoaplicável desde junho de 2008,  amplia a acessibilidade, restrita à pessoas com deficiência visual e à  portais do governo pelo decreto 5296/04, à todas as deficiências e à  empresas privadas.</p>
<p>Entretanto, apesar desse auxílio às boas práticas,  ao acesso e bom  uso da web  que os  documentos <strong>WCAG </strong>fazem inserindo  diversas deficiências, ao incluírem os padrões web aos padrões de  acessibilidade web, passaram a criar universalidade ao acesso, ou seja,  sugerindo e orientando a acessibilidade para pessoas com e sem  deficiência, a uma web para todos.</p>
<h2>03- Acessibilidade Universal –  uma web para todos</h2>
<p>Ao juntarmos os itens de acessibilidade web aos itens dos padrões web  já conhecidos,  ampliamos o desenvolvimento de acessibilidade web e do  conceito de desenho universal aplicado à internet.</p>
<p>Para entendermos como  podemos utilizar o conceito de desenho  universal na acessibilidade de sites, vamos voltar aos itens dos padrões  web mencionados antes:</p>
<p><strong>1- códigos corretos e  validados</strong></p>
<p>A primeira coisa que criadores web buscam quando falam em Web  Standards é que o código do site deve ser válido.</p>
<p>Para a maioria das pessoas isto significa apenas validar o código <strong>HTML/XHTML</strong>,  mas existem ferramentas que validam também as <strong>CSS</strong>.</p>
<p>Basicamente, ter um código <strong>(X)HTML</strong> válido significa  que o código da página Web está escrito de acordo com o padrão, sem  erros de sintax.</p>
<p>Como é o código da página que  vai determinar como sua página será  renderizada, em que tempo e maneira  isso irá acontecer nos diferentes  navegadores e com que  qualidade,  estando seu código válido, você não  precisa se preocupar  com os diferentes erros de interpretação dos  diferentes navegadores e tecnologias assistivas, e assegurar uma maneira  uniforme de utilização por todos eles.</p>
<p>Com relação ao código das <strong>CSS</strong>, apesar de haver  diferenças de renderização entre navegadores e suas versões e sermos  obrigados a testar para tentar conciliar as diferenças entre eles,  estamos começando a passar por uma tendência à uma renderização bem  aproximada após o fracasso do navegador <strong>Internet Explorer 6.0,</strong> que acabou por perder muito mercado para o concorrente <strong>Firefox</strong>,  da <strong>Mozilla</strong>.</p>
<p>Códigos válidos significam também  rapidez de interpretação desses  códigos para todos os agentes do usuário, sejam navegadores ou  tecnologias assistivas.</p>
<p>Assim, conexões lentas, discadas ou  conexões divididas por inúmeros  usuários em rede, tecnologias assistivas, como ampliadores de tela, que  navegam associados muitas vezes a leitores de tela e possuem um peso que  acabam por aumentar o tempo de navegação,  começam, através de códigos  corretos, a possuírem um tempo de <strong>download </strong>das páginas  web mais adequados.</p>
<p><strong>2- Separação em  camadas: conteúdo, apresentação e comportamento</strong></p>
<p>O <em>conteúdo</em> de uma página e sua estrutura são determinados  pelos textos, tabelas, formulários etc.</p>
<p>São criados através de marcações de <strong>html/xhtm</strong>l,  linguagens padrões para esse fim.</p>
<p><em>Apresentação</em> é tudo que é visual, como posicionamento do  conteúdo, coloração, tamanhos… é o <strong>CSS </strong>a linguagem,  também conhecida por folhas de estilos quando reunida em arquivo.</p>
<p><strong>O <em>Comportamento</em> é criado por scripts.</strong></p>
<p>Nem o conteúdo determinado pelo <strong>(X)HTML</strong> e nem a  apresentação determinada pelas folhas de estilo são dinâmicos. Scripts  acrescentam movimento e comportamentos às páginas.</p>
<p>Quando construímos uma página com códigos válidos e com essas camadas  independentes, estamos atendendo a diversos itens  de acessibilidade em  uma página web, além de estarmos cumprindo com mais um dos três itens  dos padrões web.</p>
<p>Assim, testamos se o conteúdo, sem apresentação alguma de cor,  posicionamento e sem scripts está funcionando bem.</p>
<p>Depois, em um arquivo à parte, colocamos o  código das folhas de  estilo de todas as páginas do site.</p>
<p>Ou seja, as cores dos textos dos links, das cores de plano de fundo,  posicionamento de tabelas, colunas, de seções de todas as páginas do  site no mesmo arquivo.</p>
<p>Deve-se evitar o estilo inline.</p>
<p>Ainda, de forma independente, criamos comportamentos extras e algumas  funcionalidades através dos scripts, que devem ser não obstrutivos.</p>
<p>Cada uma dessas camadas se acrescentam entre si, tendo como base o  conteúdo.</p>
<p>Assim, se precisarmos desativar a camada de apresentação deixando o  conteúdo limpo e, ainda, se quisermos desativar  comportamento e deixar a  página com seus scripts desativados, isso não gerará perda de conteúdo e  a página poderá ser navegada sem restrições.</p>
<p>Os leitores de tela para pessoas com deficiência visual lêem quase  que exclusivamente o conteúdo, deixando de lado a apresentação da  página.</p>
<p>Se o conteúdo está validado não existe erro em sua leitura e nem na  execução de tarefas.</p>
<p>Se, além disso, o código está desenvolvido apenas para cada tipo de  camada com sua respectiva marcação, que não está misturando conteúdo com  cores e posicionamento de elementos e, portanto, a camada de conteúdo  com a de apresentação, então o código de conteúdo estará proporcionando  uma leitura facilitada aos leitores de tela, que não precisarão  selecionar o que ler,  pois o código a ser lido está “enxuto”.</p>
<p>Ou seja, os leitores de tela não terão de selecionar conteúdo entre  conteúdo, apresentação e comportamento do código.</p>
<p>É bom lembrar que, mesmo desativando os scripts e a apresentação  através do navegador que, misturadas, essas camadas não serão retiradas  do código.</p>
<p>Assim, um código limpo,  com cada camada separada e acessível, é o  ideal não só para web standards, como especialmente para a  acessibilidade web.</p>
<p>Quando desenvolvemos um site em camadas e carregamos uma de suas  páginas  pelo navegador, as camadas de apresentação e de comportamento  ficam guardadas na memória e arquivos temporários,  de forma que somente  o conteúdo dessa página é renovado a cada entrada nas outras diversas  páginas do site.</p>
<p>Isso significa uma velocidade  tremendamente maior para a montagem e  renderização  dessas páginas.</p>
<p>Velocidade de acesso é acessibilidade web, independentemente de para  qual usuário.</p>
<p>Conexões discadas ou banda larga compartilhada em rede se beneficiam  com muita clareza das  vantagens da rapidez do carregamento da página.</p>
<p>Além dos códigos corretos, a separação em camadas é um enorme auxílio  dos itens dos padrões web para a acessibilidade de sites.</p>
<p><strong>3- Códigos  semanticamente corretos</strong></p>
<p>Um código semântico significa que as marcações utilizadas foram  usadas para os fins a que cada elemento do código se destina.</p>
<p>Dessa forma, se existe um código próprio para criarmos cabeçalhos e  títulos (h1/h6), ele deve ser utilizado para a criação de cabeçalhos e  títulos.</p>
<p>Se existe um código para a criação de tabelas de dados (table),  somente esse tipo de tabelas devem ser produzidas por ele.</p>
<p>Para exemplificar a necessidade dessa lógica dos padrões web para se  fazer acessibilidade, podemos tomar essas duas situações  acima:</p>
<p>Uma marcação existente para se fazer um cabeçalho deixa o texto ao  qual será aplicado com letras mais escuras e em negrito, podendo-se  alterar seu tamanho.</p>
<p>Muitas vezes desenvolvedores utilizam esse destaque que essa marcação  produz no conteúdo com o objetivo de ser um cabeçalho,  apenas para  destacarem palavras soltas ou expressões no meio de um texto, ou para  ressaltar  um texto de link ao meio de outros links.</p>
<p>Os leitores de tela não têm como função somente lerem o conteúdo  textual das páginas, mas também de descrevê-la para seus usuários.</p>
<p>Dessa forma, quando ele passa por uma marcação de um link, ele  sintetiza a palavra link para que o usuário possa saber da existência  desse elemento naquele texto.</p>
<p>Quando passa por  uma marcação de tabela, ele  diz da existência da  tabela naquele espaço,  quantas colunas e quantas linhas existem naquela  tabela e, da mesma forma, quando ele passa por uma marcação de  cabeçalho ele sonoriza a existência de um cabeçalho por ali e a que  nível ele se encontra: <strong>h1 – cabeçalho de nível 1, h2</strong> – <strong>cabeçalho  de nível 2</strong> e assim por diante.</p>
<p>Portanto, se marcações são feitas para codificarem elementos  específicos, estas devem ser usadas para fazerem aquilo para o qual  foram criadas.</p>
<p>Codificar uma palavra ou expressão com uma marcação de cabeçalho fora  de um cabeçalho, significa dar a informação errada para um leitor de  telas e, consequentemente, para seu ouvinte.</p>
<p>Além disso, leitores de tela gráficos e mais profissionais criam  alguns recursos aproveitando-se justamente dos padrões web para  facilitarem a navegação de seus usuários.</p>
<p>Dessa forma, para alguns, existe uma navegação chamada <em>teclagem  de navegação rápida</em>, que  pressionada leva o usuário, através de um  salto, diretamente a cabeçalhos, tabelas, formulários, parágrafos …</p>
<p>Assim, se as marcações  certas forem utilizadas para realizarem ao  que se destinam fazer, a navegação por uma página ficará totalmente  acessível para esses recursos.</p>
<p><strong>4- Acessibilidade e  Padrões, Padrões e Acessibilidade</strong></p>
<p>A demonstração da <strong>importância  crucial dos padrões web do W3C </strong>para a acessibilidade de  tecnologias assistivas, para tecnologias não assistivas, para pessoas  com deficiência e pessoas sem deficiência, passa pela experiência do uso  desses padrões.</p>
<p>Não podemos pensar, no entanto, que desenvolvendo um site totalmente  dentro dos padrões web (web standards) estaremos produzindo páginas  totalmente acessíveis.</p>
<p>Os padrões web, com todos os seus itens, são o básico para uma página  web acessível, mas não o todo.</p>
<p>Para uma acessibilidade web integral temos de acrescentar aos padrões  web as técnicas de acessibilidade associadas ao <strong>WCAG </strong>e  suas recomendações.</p>
<p>Não temos também como criar páginas acessíveis apenas com  algumas  recomendações dos <strong>WCAG </strong>em um código com semântica  incorreta, sem separação de camadas e cheio de erros de sintax.</p>
<p>O casamento entre padrões web e diretrizes de acessibilidade tem de  ser completo.</p>
<p><strong>Por exemplo.</strong></p>
<p>Alguns desenvolvedores radicais de tableless não admitem tabelas nem  mesmo para a confecção de tabelas de dados genuínas.</p>
<p>Dessa forma, alguns desses colegas optam por criarem tabelas com  listas (ul/li) horizontais e verticais, deixando-as visualmente iguais a  uma tabela de dados.</p>
<p>No entanto, em um código semântico, tabelas devem ser criadas com o  elemento <strong>&lt;table&gt;</strong>, o que proporcionaria à usuários  de leitores de tela  a idéia correta de que estão passando por uma  tabela, por dados tabulares, pois ao navegar por uma lista de itens em  forma de tabela,  um leitor gráfico sintetizaria “lista de itens” e  “item de nível 1″, e não “tabela com 10 colunas e 20 linhas, por  exemplo.</p>
<p>Por outro lado, nesse caso, uma tabela semanticamente correta e  dentro dos padrões, não necessitaria de ser criada  com os elementos  <strong>&lt;TH&gt;</strong>,  nem de fazermos as associações destes através de <strong>&lt;ID&gt;</strong> com <strong>&lt;headers&gt;</strong> da célula de dados correspondente  ao cabeçalho.</p>
<p>O <strong>&lt;ID&gt;</strong> e o <strong>&lt;HEADERS&gt;</strong> são marcações extras de acessibilidade web que, no entanto, sem elas os  padrões web poderiam estar sendo perfeitamente seguidos, mas a  acessibilidade de tabelas não estaria sendo realizada.</p>
<p>Dessa forma, podemos afirmar que não existe uma acessibilidade  completa sem os padrões web conjugados aos padrões de acessibilidade  web.</p>
<p>Um sem o outro ficam incompletos no que tange à acessibilidade de  cunho universal.</p>
<p>O <strong>W3C </strong>tem incorporado através dos códigos <strong>strict</strong> alguns itens de acessibilidade web as web standards,  ao juntar alguns  itens das diretrizes do <strong>WCAG</strong>, como o atributo de imagem  <strong>ALT</strong> em seu validador.</p>
<p>Caso o elemento <strong>&lt;IMG&gt;</strong> apareça sem o seu  atributo <strong>ALT</strong> o código para aquela imagem não é dado  como certo.</p>
<p>Já nos códigos <strong>transitional</strong> isso não acontece.</p>
<p>Percebe-se assim, já por iniciativa do <strong>W3C</strong>, uma  junção dos dois padrões em um só que, aos poucos, esperamos muito que  aconteça por completo.</p>
<p>Será esperar demais?</p>
<p>O <strong>HTML 5.0</strong> vem aí…</p>
<p><strong>Fonte:</strong> iMasters</p>
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		</item>
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		<title>SimpleFolio: Portfolio WordPress Theme</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/02/simplefolio-portfolio-wordpress-theme/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 12:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freebies]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso queira colocar seu portfolio com WordPress esta é uma boa opção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.viweb.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/release.jpg" alt="" width="450" height="338" /></p>
<p>Hoje atualizando minhas RSS encontrei um tema WordPress bonito, simples e limpo portfolio &#8211; SimpleFolio, projetado pelo Omar E. Corrales e liberado por Smashing Magazine e seus leitores. SimpleFolio é um tema portfólio que inclui um blog e uma página muito extensa opção que lhe permite excluir todos os itens de seu portfólio a partir da página do blog. Ele também inclui uma barra de primeira página.</p>
<p>Caso queira colocar seu portfolio com WordPress esta é uma boa opção.</p>
<p><a href="http://www.smashingmagazine.com/2010/02/07/simplefolio-a-free-clean-portfolio-wordpress-theme/" target="_blank">http://www.smashingmagazine.com/2010/02/07/simplefolio-a-free-clean-portfolio-wordpress-theme/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>10 jQuery Plugins para fácil instalação do Google Map</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/02/10-jquery-plugins-para-facil-instalacao-do-google-map/</link>
		<comments>http://www.viweb.com.br/blog/2010/02/10-jquery-plugins-para-facil-instalacao-do-google-map/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[jQuery]]></category>
		<category><![CDATA[Google Maps]]></category>

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		<description><![CDATA[10 dicas para você integrar Google Maps com jQuery.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.viweb.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/jquerygooglemap1.jpg" alt="Google Maps" width="480" /></p>
<p>Geralmente quando preciso colocar um Mapa em algum dos sites que desenvolvo vou uso o IFrame que eles disponibilizam no site, porem, a muito tempo que não se usa IFrame, e para minha surpresa ontem em uma das minhas RSS tinha um artigo de um site, muito bom por sinal, dando 10 dicas para você integrar Google Maps com jQuery.</p>
<p>Ai vai o link:<br />
<a href="http://speckyboy.com/2010/02/03/10-jquery-plugins-for-easier-google-map-installation/" target="_blank">http://speckyboy.com/2010/02/03/10-jquery-plugins-for-easier-google-map-installation/</a></p>
<p>Valeu gente e em breve vou disponibilizar comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mercattus</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/01/mercattus/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 15:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfolio]]></category>
		<category><![CDATA[jQuery]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>

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		<description><![CDATA[xHTML, jQuery, PHP e CMS(WordPress)
www.mercattus.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.mercattus.com/" target="_blank">www.mercattus.com.br</a></h2>
<h2>Descrição</h2>
<p>A Mercattus é uma empresa voltada ao <strong><span style="font-weight: normal;">planejamento financeiro empresarial, pessoal e familiar. </span><span style="font-weight: normal;">Tem como foco principal a orientação e educação quanto às possibilidades de melhorar a qualidade de vida, por meio de um assessoramento, objetivando a independência financeira.</span></strong></p>
<h2>Job</h2>
<p>xHTML, jQuery, PHP e CMS (WordPress)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Freelancer</span></strong></p>
<h2>Co-Workers</h2>
<p>Atendimento: Wesley Porfírio<br />
Layout &amp; Flash: <a href="http://cargocollective.com/hohmann/" target="_blank">Henrique Hohmann</a></p>
<p><em>Janeiro/2010</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uniabel</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/01/uniabel/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 15:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfolio]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[CMS (WordPress) - www.uniabel.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.uniabel.com.br" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">www.uniabel.com.br</span></span></a></h2>
<h2>Descrição</h2>
<p>A Uniabel é pioneira no estudo e pesquisa de terapias alternativas, complementares, holísticas e naturais. Foi implementado o WordPress para atualizações regulares.</p>
<h2>Job</h2>
<p>CMS (WordPress)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Freelancer</strong></span></p>
<h2>Co-Workers</h2>
<p>Layout e xHTML: Leonardo Cunha</p>
<p><em>Novembro/2009</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Assembléia de Deus Ministério Christian Life</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/01/assembleia-de-deus-ministerio-christian-life/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 15:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfolio]]></category>
		<category><![CDATA[admcl]]></category>
		<category><![CDATA[jQuery]]></category>
		<category><![CDATA[london]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.viweb.com.br/blog/?p=94</guid>
		<description><![CDATA[Layout, xHTML, jQuery, PHP e CMS (WordPress)
www.admcl.net]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.admcl.net" target="_blank">www.admcl.net</a></h2>
<h2>Descrição</h2>
<p>A Igreja Assembléia de Deus Ministério Christian Life (ADMCL) necessitava de um projeto onde podesse ser feita atualizações regularmente e um controle total do site. Para isto, usamos o CMS <a href="http://www.wordpress.com" target="_blank">WordPress</a>.</p>
<h2>Job</h2>
<p>Layout, xHTML, jQuery, PHP e CMS (WordPress)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Freelancer</span></strong></p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Janeiro/2010</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Contame</title>
		<link>http://www.viweb.com.br/blog/2010/01/contame/</link>
		<comments>http://www.viweb.com.br/blog/2010/01/contame/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 14:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfolio]]></category>
		<category><![CDATA[contame]]></category>
		<category><![CDATA[magento]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>

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		<description><![CDATA[xHTML - www.contame.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.contame.com" target="_blank"><span style="font-weight: normal;">www.contame.com</span></a></h2>
<h2>Descrição</h2>
<p>Programação, customização e integração do Magento (CMS E-Commerce).</p>
<h2>Job</h2>
<p>xHTML</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Freelancer</strong></span></p>
<h2>Co-Workers</h2>
<p><strong>Direção de Arte</strong>: Daniel Ottoni<br />
<strong>Programação &amp; Flash</strong>: <a href="http://cargocollective.com/hohmann/" target="_blank">Henrique Hohmann</a><strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: none;"><em>Dezembro/2009</em></span><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
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